RSS

Arquivo da tag: sentimento

“Ele me deixou e não deu explicações”

“Eu estava vivendo um relacionamento que parecia ser muito produtivo, tínhamos muitas afinidades. Na vida social, nos gostos, na cama e muitos planos em comum, mas em um determinado momento tudo desmoronou. Não entendi o que aconteceu, ele simplesmente começou a me ignorar e praticamente sumiu. Agora me sinto completamente fechada para qualquer relacionamento. Qualquer um!”

Simplesmente se foi...

Homens…

Porque conseguem ser tão calorosos em dado momento e completamente frios em outro?

Essa não é uma explicação simples, porque existem muitas possibilidades. Mas de forma geral os homens rompem um relacionamento porque já tem outro foco de interesse que garanta sua satisfação.

Dificilmente um homem corta algo da vida dele se não há recompensa garantida. A natureza do desejo masculino é muitas vezes infantil e insaciável.

Outra parte da história é que a mente masculina é compartimentada, o universo profissional no trabalho está numa caixa e família em outra. A rapidez com que uma história pode alternar para outra segue o mesmo princípio. Sem muito saudosismo ou nostalgia. Se esse homem conseguiu o que queria de você ele já está pronto para outra jornada como se a anterior significasse muito pouco.

Me pergunto como fica a mulher do outro lado da história?

Devastada.

Essa palavra define o tipo de reação criada. Porque um relacionamento para uma mulher tem muitas complexidades. Quando ela cria planos no mundo exterior é provável que a extensão deles em seu coração seja absurdamente maior. Já se sabe que a profundidade que um iceberg atinge debaixo d’água é bem maior do que se vê acima da superfície.

O mesmo ocorre para uma mulher. Isso significa que para desfazer esses sonhos encantados, criados no ardor da paixão, demoram tempo considerável. Muito mais nas profundidades do que na aparência. Por fora essa mulher pode já ter retomado sua vida normalmente. Por dentro, de tempos em tempos ela se debate com os sonhos que teimam em dominar seus sentidos e seu coração.

Difícil e até desrespeitoso tentar romper bruscamente com essas imagens internas.

A mulher tem uma dificuldade em especial em se despedir de si mesma nas imagens que criou ao lado desse homem. É como se pegasse os seus sapatos e bolsas preferidas e simplesmente ateasse fogo.

Essa dor da ressignificação do amor que se foi é lenta. Dia após dia, calmamente essa mulher precisa desmontar o castelo de areia. A cada despedida ela carece de apoio, Cada objeto que tira daquela casa emocional tem uma lembrança associada, um sonho implícito, uma esperança de dias melhores.

O que mais dói nessas despedidas inacabadas é exatamente o desespero de não saber-se mais sobre si mesma. Sem perspectiva de que rumo emocional dará para si.

Na tentativa de se envolver novamente é possível que tudo pareça demasiado normal, sem graça, pálido e sem brilho. Qualquer navio novo que tente se aproximar virá ingenuamente se chocar com aquele iceberg submerso.

Como dar uma guinada?

Assumindo que no fundo o problema foi de uma única ordem: aquela miragem de que lá é melhor do que aqui.

____________

ÚLTIMAS VAGAS PARA A PALESTRA, envie um email para confirmar sua presença: blogsobreavida@gmail.com

Venha conhecer o meu trabalho pessoalmente na próxima palestra que realizarei:

Solteira, Namorando ou Casada: Entenda como lidar com os homens  e resolver conflitos amorosos.[mais informações]

___________________

Artigos relacionados 

Tomei um pé na bunda! 

Eu tenho medo de me apaixonar

Por que meu relacionamento acabou?

Como exorcizar da sua vida alguém que se relacionou amorosamente?

Amor e histórias inacabadas

Coisas estúpidas que uma mulher pode fazer por um homem

8 sinais do término de um relacionamento amoroso

Como seus pais influenciam no seu relacionamento amoroso

3 vilões dos relacionamentos: carência

3 vilões dos relacionamentos: apego

3 vilões dos relacionamentos: jogos de poder

Dificuldade em perdoar

“Você não vale nada mas eu gosto de você!”

Como funciona a química de um relacionamento amoroso

Você nunca mais vai amar do mesmo jeito

O que seu cérebro faz com você (ou você com ele)

Diferença entre o cérebro masculino e feminino

Energia feminina

A Amélia – Mulher do primeiro estágio

A Guerreira – Mulher do segundo estágio

Plena – Mulher do terceiro estágio

O pai que está escondido na sua cabeça

 

 

 
4 Comentários

Publicado por em 17/10/2011 em Relacionamentos

 

Tags: , , , ,

Cartas sobre a vida #3 – O passado que volta

Mulher, 41 anos, separada, RJ.

Estou sozinha há mais de um ano. Reencontrei um amigo da infância que mora em SP e se separou ano passado, queixava-se de saudade das filhas que haviam se mudado com a mãe  e parecia estar deprimido.
Conversamos muito, passeamos, cozinhamo, bebemos muito vinho e acabamos dormindo juntos. Nunca havia visto ele desta forma, nos conhecemos há trinta anos e para mim era como se fosse um irmão. Quase um teste, fui a primeira mulher com quem ele dormiu depois da ex-esposa e, se estava inseguro, não foi isto que mostrou, o sexo foi muito bom! Carinhoso, sempre muito educado e protetor,  se sentiu culpado por sermos amigos, não queria me magoar ou criar expectativas, deixou isto claro e voltei para minha cidade.
O estrago já estava feito, continuei conversando com ele pelo Skype cada vez mais encantada. Recusei um convite para voltar a SP num fim de semana em que ele arranjou uma namoradinha nova e me contou inclusive que ela não quis dormir com ele. Surgiu outra oportunidade e, um mês depois, conferi se ele havia me desejado também ou se era só coisa minha.
Mais uma vez, o encontro superou qualquer expectativa, e ele havia terminado com a moça por minha causa. Voltei menos animada, entretanto, esta semana, casualmente, ele me disse que havia voltado com a outra. Sei que deveria desejar-lhe sorte, mas meus sentimentos são bem menos generosos. Não quero falar com ele nunca mais, estou me sentindo um lixo, minha vida parece que congelou.
Uau! Bela história!
Acho que você ganhou muito com esse cara. Ele liberou você do seu passado. No entanto, você ganhou outra história na qual está presa.
O que costuma acontecer num caso como o seu é que você estava a um tempo vagando um pouco sem rumo.
Me parece. Então ele surgiu e trouxe a você um sentimento de renovação emocional. Puderam compartilhar momentos lindos e intensos. No entanto, acabou.
Você o julgou um pouco egoísta por ele ter ido atrás da outra mulher. Mas entendi que ele deixou claro que sua história com ele não passaria de algo casual. Mas quem disse que nosso coração obedece alguma coisa, né?
Acho que agora, ao invés de dizer que você é um lixo, seria interessante, dizer que deixou lixos para trás. Não é você que é um lixo, mas a maneira que se sentiu em relação à ele que te fez sentir assim. É algo localizado, não se deixe abater pelas ações dele.
Você despertou de um longo sono, aproveite isso!
Segue alguns textos que podem te ajudar: Coisas estúpidas, sobre apego, sobre perdão, pé na bunda, sobre pessoas complicadas, sobre o sofrimento, sobre esperanças no futuro e como exorcizar um ex da sua cabeça.
___________

Se você quer ver sua carta respondida, siga as instruções contidas aqui.

_______________________________

Outros artigos relacionados 

Cartas sobre a vida #2

Cartas sobre a vida #1

 
Deixe um comentário

Publicado por em 12/10/2011 em Cartas

 

Tags: , , ,

Você é só mais um!

Do nascimento até a morte eu percebo que existe um veneno mental que é responsável pela maior quantidade de catástrofes na vida das pessoas. O sentimento de ser especial, importante ou privilegiado.

As frases subliminares que ouço são: “por que comigo/eu?” , “Sinto que existe algo maior para minha vida”, “comigo será diferente”, “tem alguém olhando por mim lá em cima”, “tem algo reservado para mim”, “isso veio para que eu aprenda algo”.

Todos esses pensamentos aparentemente ingênuos, cheios de sentimentos nobres de coragem e esperança escondem uma praga mental.

Acreditar-se imunizado de todo o mal é o grande convite à inconformação, mãe da raiva e do ressentimento.

Nem quero entrar em discussões sobre Deus ou não, mas já adianto que o campo religioso contribui muito para aumentar essa sensação de privilégio.

“Graças a Deus eu escapei dessa!”. E quem não escapou? Foi graças a quem?

“Deus tá vendo o que você fez comigo!”. Traduzindo: ele está no meu time contra o seu.

“Senhor, me proteja!”. Traduzindo: como tenho sido uma pessoa boa, coloque um manto de proteção especial em mim.

Pode parecer sutil esse pensamento, mas a sensação de privilégio e recompensa são sentimentos muito pesados.

As pessoas que se sentem boas costumam se indignar fortemente quando são acometidas por algo natural na vida como doença, perdas e morte.

Pelo que eu saiba a bondade não é antítodo para nenhum desconforto na vida. Quem é bom o faz por escolha, sem exigências. Mas, naturalmente o sentimento de traição quando algo acontece de errado na vida do bom.

O sentimento de ser especial propicia condições para a raiva, afinal quem se atreve a contrariar alguém que pisa num manto vermelho? Não pode aguardar fila, esperar o outro falar, enfrentar trânsito, ser contrariado.

Inconscientemente essa pessoa acha que tudo o que faz é dotado de intenções superiores. Tem um sonho secreto de grandeza e por isso adora lugares e pessoas como grandes ídolos.

É comum atribuir poderes especiais à alguem que admira. Por essa razão os adolescentes são tão fãs de alguém. Quanto maior o narcisismo, maior a mentalidade de idealização. Projeta-se no mundo exterior a grandeza que queria possuir.

Alimentar essa sensação de que o universo conspira a seu favor é demasiado ingênua, afinal isso se repete com outras 7 bilhões de pessoas. Isso significa que na contabilidade da natureza humana você é só mais um.

Contente-se com isso, abra mão de privilégios e seja mais feliz.

_____________

Venha conhecer o meu trabalho pessoalmente na próxima palestra que realizarei:

Solteira, Namorando ou Casada: Entenda como lidar com os homens  e resolver conflitos amorosos.[mais informações]

____________________

Outros artigos de interesse 

Você vive no automático

Orgulho: o grande ladrão de felicidade

Sobre o sofrimento

Reflexões em meio à natureza selvagem

Por que temos dificuldade em perdoar?

Dependência, apego e morte

Qual diferença você faz nesse mundo?

O que faria se pudesse voltar ao passado?

Você dá o seu melhor na vida?

Por que aceitamos os bebês e rejeitamos os adultos

A ilusão do dinheiro

Sobre inconveniências sociais

Tenho HIV+

Olhar de turista

Por que temos problemas?

7 tipos de felicidade

Síndrome de Domingo à noite

Vida Ideal e Vida Real

 
5 Comentários

Publicado por em 10/10/2011 em Vida

 

Tags: , ,

Para a molecada metida a sabe tudo

Não é propaganda de carro que quero mostrar, mas a atitude. Eu me incluo nessa molecada.

 
Deixe um comentário

Publicado por em 06/10/2011 em Divertidas

 

Tags: ,

Você mora num elevador

Você já deve ter experimentado aquele clima asfixiante do elevador. Será que você vive num deles?

Podia ser assim, né?

 

Fazemos de tudo para evitar intimidade com alguem. Olhamos para baixo, para os lados, para cima, para o nada. Temos aquela cortesia falsa e desesperada do tipo “alguem desce logo nesse andar, por favor?”

Já se deu conta que fazemos o mesmo em nossas vidas?

Pense um pouco no seu dia até agora. Quantas vezes você falou algo que não gostaria de dizer com alguém com quem não queria falar. E mais que isso, você não se deu o trabalho de realmente olhar para essa pessoa e pensar o porquê de não se interessar pelo mundo dela.

Fez perguntam como “tudo bem?” E de fato não queria saber a resposta.

Ofereceu abraços, beijos, sorrisos e olhares. Quantos desses gestos realmente foram sentidos?

Penso no impacto psicológico de viver anestesiado por tanto tempo.

Aquilo que chamamos de rotina nada mais é do que resultado dessa postura displicente com nosso olhar. Não é o mundo que se torna repetitivo e sim a qualidade de nossas interações pessoais.

Por que esperamos surpresas se as negamos o tempo todo?

Onde mora a surpresa, na realidade ou em mim?

Quando entramos num trabalho novo ou estamos apaixonado é bem simples olhar cada coisa como se fosse a primeira vez. Mas nem sequer pensamos que estamos olhando TUDO pela primeira vez.

Você é diferente a cada impacto da realidade sobre você, e isso acontece o tempo todo. Imagine a empresa que você trabalha com mil funcionários. Entre um expediente e outro muita coisa aconteceu na vida de cada uma dessas pessoas. Gravidez, acidente, aborto, nascimento, traições, assaltos, aniversários, despedidas, reencontros, enfim, o céu e o inferno se aproximou de cada uma delas. Será que esse ecossistema de mil pessoas não se alterou?

Imagine isso com 6 bilhões de pessoas no planeta Terra.

A sensação de aparente similaridade e constância só existe na sua cabeça, pois de fato, cada paisagem está se alterando como nuvens no céu.

O que me leva a pensar algo simples, a felicidade enquanto abertura de espírito, está diante do seu nariz. Se você sustentar seus olhos bem abertos e não se cansar de ver tudo como algo curioso, brilhante e interessante com certeza terá uma qualidade de vida diferenciada.

Suas relações serão mais vívidas, seu relacionamento amoroso terá um sabor especial. Mas existe a opção de ver tudo da maneira mais comum e óbvia do mundo.

Para essas pessoas que o óbvio é um alívio eu desejo boa sorte para uma vida bem limitada. Felicidade e preguiça não combinam muito.

Desligue o automático, tome consciência do que está fazendo agora mesmo. Respire fundo, olhe para a pessoa que está ao seu lado imediatamente e faça uma pergunta intrigante para ela, algo do tipo: “qual o seu maior sonho na vida?”

Depois me conte como foi. ;)

_____________

Venha conhecer o meu trabalho pessoalmente na próxima palestra que realizarei:

Solteira, Namorando ou Casada: Entenda como lidar com os homens  e resolver conflitos amorosos.[mais informações]

____________________

Outros artigos de interesse 

Orgulho: o grande ladrão de felicidade

Sobre o sofrimento

Reflexões em meio à natureza selvagem

Por que temos dificuldade em perdoar?

Dependência, apego e morte

Qual diferença você faz nesse mundo?

O que faria se pudesse voltar ao passado?

Você dá o seu melhor na vida?

Por que aceitamos os bebês e rejeitamos os adultos

A ilusão do dinheiro

Sobre inconveniências sociais

Tenho HIV+

Olhar de turista

Por que temos problemas?

7 tipos de felicidade

Síndrome de Domingo à noite

Vida Ideal e Vida Real

 
2 Comentários

Publicado por em 04/10/2011 em Vida

 

Tags: , , , ,

Reflexões em meio à natureza selvagem

Último sábado estive juntamente com um grupo de aventureiros em Monte Verde. Fiz uma trilha que incluia entre outros picos, o Chapéu do Bispo e Pedra Redonda. [ouça essa música enquanto lê]

Você é sempre livre.

O instrutor e guia Rivaldo era praticamente um John Locke Tupininquim “a gente pode errar o caminho, mas se eprder jamais!”. De cara ele ganhou minha simpatia e confiança, afinal, eu nasci com um GPS à menos na alma.

Começamos a jornada caminhando forte num ladeira à cima fortíssima. Ali eu soube que não seria tão simples a história.

O fôlego inicial foi dando lugar às dores lancinantes na panturrilha. Eu já rezava para que minhas pernas voltassem do coma.

Entramos na serra fechada e depois de duas horas começou aquele comichão interno em que meus pensamentos não paravam. Pensei: “venho praticando metidação há cerca de 2 meses, por que minha cabeça nào para?”

Resolvi me concentrar apenas no caminho que tinha à minha frente e olhar para os meus pés, nada mais.

Minha mente parece que se liberou. Passo a passo eu notei que só havia o momento presente diante de mim. Nada mais que realmente fosse importante. Alguns pensamentos tentavam me sequestrar, mas eu apenas me despedia deles, sem piedade.

De tempos em tempos me vinha um pensamento do tipo: “daqui a pouco vai chegar”. Não, não chegava, demorava e quanto mais demorava pior eu me sentia.

Percebi quantas vezes faço isso no meu dia pensando que daqui a pouco algo vai chegar e não chega. Não preciso fazer nada além disso, apenas ficar comigo sem uma esperança boba de que algo especial vai me acontecer. Até porque quando eu chegava num dos picos me vinha a sensação de que havia chegado. E daí? Apenas cheguei. Nada diferente de antes.

Não existe lugar melhor. O único lugar possível é aqui. Qualquer coisa que você tente comparar será tola, porque não é o cenário mudando que irá mudar quem você é. Quem você é pode mudar qualquer cenário.

Outro pensamento que surgia era: “vai ficar mais fácil”. Depois de 5 horas de súbidas tínhamos algumas paradas. Isso não aliviava muito, só a fome. O corpo estava mais exausto, apesar de mais condicionado.

Me dei conta de que a vida não fica mais fácil com o passar do tempo. Os desafios se tornam mais complexos, você envelhece, a vitalidade vai embora, as pessoas mais velhas morrem e as responsabilidades aumentam. Ficar esperando o cenário ideal para começar a fazer algo realmente significativo é a coisa mais ingênua que alguém pode pensar. O tempo todo somos livres e nem notamos isso. A qualquer momento eu podia simplesmente parar, tentar outra coisa, tudo é uma escolha, mesmo o que pensamos ser uma condição imutável.

Algumas pessoas começaram a implorar para que o destino final chegasse: a pizzaria.

Me dei conta que tenho a tendência a pensar que o depois é melhor do que o agora. Aquela vã esperança de que lá é melhor do que aqui.

O depois nao é melhor do que o agora, assim como hoje não é melhor do que ontem. Tudo é apenas diferente. Sem muitas categorias qualitativas percebi que vivemos um horizonte mais sereno. Resolvi aproveitar a dor no pé e a exaustão do meu corpo para ficar exausto e nada além disso. Isso aliviou minha fome. Em dado momento a pizzaria chegou e vi alguns dizendo que não viam a hora de dormir. Mente sempre à frente, nunca presente.

Ao retornar à civilização notei que aquela trilha depois de 8 horas me lembrou de coisas óbvias que faço questão de esquecer. Ter um amigo por perto foi essencial para aumentar o sentimento de comunhão. Nem sempre preciso fazer tudo sozinho, como é hábito meu. Guilherme deixava seu iPhone tocando um belo tango moderno, isso aliviava o caminho.

Grande Guilherme!

E diante daquela natureza selvagem percebi que o grau de importância exagerada que dou a mim mesmo não passa de um delírio. Sou bem vulnerável, qualquer descuido e a natureza poderia me engolir.

Sei que esse delírio vai me raptar de novo, mas ter esse lapso de lucidez foi essencial para que eu começasse a minha semana com olhos diferentes.

_________________________________

Outros artigos relacionados  

Sobre o sofrimento

Você realmente sabe quem você é?

Você nunca mais vai amar do mesmo jeito

Por que meu relacionamento acabou?

Como exorcizar da sua vida alguém que se relacionou amorosamente?

Amor e histórias inacabadas

Amor profundo

As várias máscaras do amor

3 vilões dos relacionamentos: carência

3 vilões dos relacionamentos: apego

3 vilões dos relacionamentos: jogos de poder

Orgulho, o grande ladrão de felicidade

 
1 Comentário

Publicado por em 28/09/2011 em Vida

 

Tags: , , ,

Orgulho, o grande ladrão de felicidade -2a parte

Como eu disse no texto anterior o orgulho é uma fixação psicológica na vivência exagerada e distorcida da própria identidade, diante de si e dos outros.

Eu sou o cara!

O orgulho é uma fonte criadora de outros distúrbios a que damos outros nomes. Não vou me alongar em cada item, pois daria um texto, mas vale abrir espaço para a discussão. O orgulho tem muitos filhotes, vamos a eles.

Mãe da mágoa

Mágoa traduz fixação numa situação do passado na qual nos sentimos abandonados, traidos, enganados e maltratados.[leia mais]

A razão é simples, superestimamos nossa importância e só conseguimos olhar os acontecimentos pela nossa ótica de vítima.

Mãe da depressão

Brinco que o depressivo é o narcisista que caiu do cavalo. É aquele sujeito que perdeu a chance de submeter o mundo ao seu gosto e, contrariado, se prostrou em si mesmo.

Mãe da raiva

A raiva é uma explosão sem sentido? Jamais.

A raiva é uma reação emocional à um estado de contrariedade e orgulho ferido. Se não fazem o que EU quero eu agrido. [leia mais]

Mãe da inveja

Sabe aquele sentimento de desgosto pessoal quando alguém ganha ou faz alguma coisa que você poderia ter feito?

Sim, orgulho. “Não fiz (por que dá trabalho) e não quero que ninguém faça, afinal sou o melhor.” [leia mais]

Mãe da timidez

Por que uma pessoa se esconde tanto dos outros se não tem nada a perder? Porque no fundo acha que tem um patrimônio psicológico inigualável. Prefere se calar à arriscar sua autoimagem preservada. [leia mais]

Mãe da preguiça

Isso não existe, o que existe é ação que dá trabalho demais para uma pessoa que se sente importante fazer.

Mãe do ciúme

No fundo não importa se a pessoa será trocada por este ou por aquele. Importa é que não seja passada para trás. O drama do ciumento é ser feito de bobo e ficar inferiorizado. [leia mais]

Mãe do medo

Nada mais temível do que um desafio novo que questione o status quo. Para o medroso é preferível correr a se transformar com esforço.

Mãe da culpa

Sabe aquela prepotência em pensar que somos autores de todos os grandes feitos do universo? O mesmo vale para os fracassos. Culpa é resultado da sensação de que temos algum controle real sobre a nossa vida.

Mãe da (falsa) humildade

Se a pessoa tem virtudes porque renegá-las? Se tem defeitos, para que anunciá-las? Se fiz algo valioso eu tenho a liberdade de dizer sem me vangloriar. Se deixei de fazer algo eu tenho a liberdade de não dizer, afinal, nada foi feito.

Mãe da bondade

O bondoso exagerado adora sentir que os outros precisam dele. Nutre-se da fraqueza alheia aconselhando, ajudando e oferecendo. Tente ajudar um bondoso. Ele nunca irá admitir que precisa de ajuda e sequer tem a generosidade de ver alguém sendo generoso com ele. [leia mais]

Mãe do sofrimento

Se o sofrimento é uma resistência às mudanças o orgulhoso sofre. Sofre do mal de não querer mudar. [leia mais]

Mãe da insegurança

O inseguro é tudo, menos frágil. No fundo é um perfeccionista incapaz de escorregar ou falhar sem se punir. Prefere assumir publicamente que está indeciso à ter que assumir uma escolha até o fim de corpo e alma. [leia mais]

Mãe da rebeldia

Ser do contra é uma maneira ideal para dizer, não me misturo, sou diferente, singular e especial. Bela equação matemática para o orgulho.

Mãe do moralismo

Se ter alguém que gosta de dizer o que é certo é o orgulhoso em forma de moralista. [leia mais]

O que não é orgulho?

Humildade, a qualidade de olhar tudo tal como é, nem mais e nem menos.

 _________________________________

Outros artigos relacionados  

Por que meu relacionamento acabou?

Como exorcizar da sua vida alguém que se relacionou amorosamente?

Amor e histórias inacabadas

Amor profundo

As várias máscaras do amor

O romantismo pode ser a coisa menos romântica do mundo

3 vilões dos relacionamentos: carência

3 vilões dos relacionamentos: apego

3 vilões dos relacionamentos: jogos de poder

Por que tenho vontade de voltar com o ex?

Por que me sinto ligada em duas pessoas?

Por que é tão difícil terminar um relacionamento?

Como voltar a ter confiança depois de tanta desilusão amorosa?

7 erros que quase toda mulher linda, sensível e inteligente comete para ficar solteira!

Machucaram meu coração

O que uma mulher não quer quando recusa sexo!

Guerreiro Sábio – Homem do terceiro estágio

“Isso nunca aconteceu comigo!” Broxar parte 1

Ejaculação precoce, tamanho do pênis e hábitos ruins

Plena – Mulher do Terceiro Estágio Sua puta!

Patinho feio (ou bonito) 3a parte

Dona dos próprios dedos – Masturbação feminina

Diferença entre o cérebro masculino e feminino

 
4 Comentários

Publicado por em 26/09/2011 em Personalidade

 

Tags: , , ,

Por que temos dificuldade em perdoar?

Meu signo sempre foi conhecido por ser o mais rancoroso e vingativo do zodíaco. Escorpião.

Carreguei essa imagem de mim por muito tempo. Até gostava de mostrar que eu seria incapaz de tolerar uma ofensa guardando-a pelo resto da eternidade. Grande bobagem!

Sempre magoado...

O que mais me surpreende é a quantidade de pessoas magoadas espalhadas por todos os cantos.

A mágoa é uma epidemia silenciosa.

O primeiro alvo de mágoa são os pais que nunca nos deram amor suficiente. Depois nos queixamos da rejeição dos amiguinhos de escola e por fim com o pé na bunda da pessoa amada.

A grande semente da mágoa é uma coisa simples que chamamos EU.

O senso de importância pessoal que damos a nós mesmos é a fonte de praticamente todos os problemas que enfrentamos do nascimento à morte. A ironia é que você será muito diferente entre o seu primeiro e último dia de vida.

No entanto, enquanto você não morre acreditará cegamente que cada palavra, sentimento e ideia deverá ser respeitado por todas as pessoas, qual se fosse um imperador.

Somos demasiadamente presos à nossa personalidade. Mesmo que a deixemos para trás a cada minuto. Enquanto temos a sensação que ela é nossa ninguém pode se atrever a manchá-la.

Qualquer traição, abandono, golpe ou ação agressiva é sempre um ponto de vista.

Para superar a mágoa é essencial que separemos o ato do agente. Uma coisa é o que foi feito, outra é o que a pessoa é. Será que uma pessoa pode ser definida por um único ato? Dificilmente entendemos que uma pessoa agride como reflexo de uma dor e um medo.

As mágoas nunca se referem aos seus inimigos. Ela sempre diz respeito a alguém querido, um amigo, um amor, um sócio e um familiar. Do desafeto você não espera nada.

A mágoa, portanto, é fruto de uma quebra de contrato emocional. As regras que fundamentam nossas relações costumam ser de três ordens: me ame, esteja do meu lado e não me engane.

Mas o absurdo dessas exigências é que elas normalmente irão ferir em algum momento o direito da outra pessoa ir e vir com liberdade e felicidade. O nosso amor possessivo pode ser extremamente tóxico e castrador para o bem-estar dos outros.

Como decorrência disso é fundamental assumir sua parte nessa história que você confabulou para si mesmo: você não é um anjo traído. Seu jogo de interesses foi corrompido sem o seu aval, goste ou não.

No fundo você não admite abandonar o sentimento de honra manchada. Assim como uma vaca, você ruminará essa história por toda eternidade.

Isso me leva a uma conclusão simples: você está se recusando a seguir em frente. E agora está munido de um novo arsenal de razões para alegar que é infeliz. Afinal, continuar dizendo que seus pais não te amaram depois da adolescência pegaria mal .

O perdão, portanto, não é uma peça teatral de ato único. Ao contrário do que se pensa não é uma ação, mas um processo de redescoberta de si mesmo. É um convite à nova vida para que você abra sua cabeça dura e repense seus valores e condutas.

O que impede você de perdoar é sua rigidez e orgulho próprio, afinal você nunca pode sair por baixo, não é mesmo?

Perdão não é sinônimo de aceitação cega dos atos de outra pessoa, muito menos o esquecimento do passado (habilidade que só quem tem Mal de Alzheimer tem). Perdoar é ressignificar acontecimentos que pareciam ter uma única perspectiva a fim de liberar espaço emocional na sua vida, sem fixações.

No inglês perdão é forgive, for-give = para dar, em italiano per-donare = para dar e nossa linguá querida português per-doar = para dar.

Perdoar, é o ato de dar algo de si mesmo. Quando nossa mente pára de operar na lógica da escassez podemos dar algo de nós escapando das grades que nos aprisionavam.

Você ainda pode deixar seu coração fechado no passado e sua mente reivindicando uma posição de supremacia. Mas convido você a olhar atentamente para o momento presente e perguntar, o que está diante de mim que eu não estou vendo?

_________________________________

Outros artigos relacionados  

Você nunca mais vai amar do mesmo jeito

Por que meu relacionamento acabou?

Como exorcizar da sua vida alguém que se relacionou amorosamente?

Amor e histórias inacabadas

Amor profundo

As várias máscaras do amor

Homens frágeis e mulheres fortes

O romantismo pode ser a coisa menos romântica do mundo

3 vilões dos relacionamentos: carência

3 vilões dos relacionamentos: apego

3 vilões dos relacionamentos: jogos de poder

 
8 Comentários

Publicado por em 23/09/2011 em Vida

 

Tags: , , ,

Você nunca mais vai amar do mesmo jeito

Gostaria de dar uma má notícia: o amor morreu. Sim, ele morreu.

Respira fundo

 

Espero que daqui para a frente você nunca mais ame como sempre amou. E o pior, isso lhe fará bem.

Falei em outro artigo sobre o apego e os desastres causados por ele.

Quando dizemos que amamos uma pessoa a que estamos nos referindo de fato?

Normalmente é o que chamo de um interesse personalista-apegado-erótico-carente.

Raro quem ama de forma lúcida.

Andei meditando sobre o assunto e cheguei a um pensamento simples.

O amor não é um sentimento, mas um espaço psicológico para que os sentimentos aconteçam. Nele cabem todas as emoções.

O amor me parece muito mais um campo aberto para que outras emoções surjam. Você ama uma pessoa apesar da raiva, do medo, da culpa, da inveja e da admiração que sente por ela.

O amor me parece muito mais um anfitrião que vai permitindo que os convidados transitem por todo o espaço da casa. Ele promove a festa e na maior parte das vezes usufrui muito pouco do clima festivo. Ele se alegra em ver a movimentação das pessoas. Ele dilui tensões, afaga os mais carentes, dá liberdade para os mais expansivos e obstrui o canal para os mais destrutivos.

O amor é o anfitrião da alma.

Como todo bom anfitrião ele sabe que todos estão só de passagem. Vieram de suas vidas livres e voltarão a elas, sem apego. Ainda que prefira alguns mais do que outros mesmo assim deixa que todos os sentimentos ou pessoa passem por ele e se beneficiem. A cachoeira não cobra impostos para refrescar as pessoas que se banham nela. Sua força é tão grande e poderosa que o simples fluir de si mesma basta.

A alegria desse amor é ver todos brincando de ser feliz sem se opor ou ditar uma regra para que a felicidade aconteça.

Na hora do medo o amor é aquele pano de fundo que dá o contexto para a pessoa. Ele não se opõe ao medo, mas o abraça e apoia, pois sabe que é algo passageiro e fruto de uma defesa do ego.

Esse amor se dá muito bem com o ego assim como um adulto se relaciona com uma criança sapeca. Sabe que raiva é uma reação ilusória de força e como um toureiro habilidoso deixa que tudo passe por ele sem se deter a nada.

O ciúme para esse amor é mais um jogo de controle inócuo. A pessoa que ama (tendo em vista essa dimensão) incita liberdade, bem-estar e movimentos em busca da felicidade alheia.

É um grande exercício mental de ampliar um repertório vivencial.

Esse amor sabe que a vida é uma grande jornada onde o sentimento de MEU é uma prisão para si e para os outros.

Se você quiser saber como entrar em sintonia com essa dimensão presente em você faça um exercício simples com a pessoa amada.

Quando algo te incomodar tente tirar a sua personalidade da história e imagine o que possibilitaria o livre caminhar feliz dela. Tal como se fosse um amigo querido. Se sua resposta original for diferente dessa é sinal que ainda está apegado ao falso-amor.

Mas se sua resposta for: “sim, ela será mais feliz sem que esteja atenda ao meu desejo ou esteja do meu lado”, liberte essa pessoa de você.

Como um bom anfitrião de sentimentos esse amor saberá que a qualquer momento uma nova festa pode ser formada. A vida sem limites e com amplos caminhos disponíveis é seu destino.

Agora se pergunte se você ama uma pessoa ou você ama uma pessoa para você!

Talvez uma boa prática seja dizer internamente ao invés de eu TE amo, dizer O QUE BRILHA EM VOCÊ EU AMO.

Antes de dizer que isso está muito longe, tente, apenas tente.

 _________________________________

Outros artigos relacionados  

Por que meu relacionamento acabou?

Como exorcizar da sua vida alguém que se relacionou amorosamente?

Amor e histórias inacabadas

Amor profundo

As várias máscaras do amor

Homens frágeis e mulheres fortes

O romantismo pode ser a coisa menos romântica do mundo

3 vilões dos relacionamentos: carência

3 vilões dos relacionamentos: apego

3 vilões dos relacionamentos: jogos de poder

Por que tenho vontade de voltar com o ex?

Por que me sinto ligada em duas pessoas?

Por que é tão difícil terminar um relacionamento?

Como voltar a ter confiança depois de tanta desilusão amorosa?

7 erros que quase toda mulher linda, sensível e inteligente comete para ficar solteira!

Machucaram meu coração

O que uma mulher não quer quando recusa sexo!

Guerreiro Sábio – Homem do terceiro estágio

“Isso nunca aconteceu comigo!” Broxar parte 1

Ejaculação precoce, tamanho do pênis e hábitos ruins

Plena – Mulher do Terceiro Estágio Sua puta!

Patinho feio (ou bonito) 3a parte

Dona dos próprios dedos – Masturbação feminina

Diferença entre o cérebro masculino e feminino

 
9 Comentários

Publicado por em 15/09/2011 em Amor

 

Tags: , ,

Por que aceitamos os bebês e odiamos os adultos?

“O dia que ele parar de beber talvez eu dê uma segunda chance!”

Você já ouviu isso de alguém?

E se fosse um adulto fazendo isso ?

Nada contra e nem a favor de quem bebe ou decide ficar ao lado de alguém que bebe. A questão que quero discutir não é essa.

Mas, até que ponto devemos colocar condições para gostar de uma pessoa ou ficar com ela?

Fazemos uma grande confusão nesse assunto.

Aceitação = ser conivente = humilhação (feito de bobo).

Aceitar uma pessoa é não oferecer obstáculos entre você ela. É um exercício de olhar a pessoa na sua pureza essencial, assim como olhamos um bebê.

Porque nossa capacidade de aceitação com um recém-nascido é incondicional? Já pensou nisso?

Imagine a cena: você vai visitar um amigo com um filho que acabou de nascer. Ao olhar a criança você diz: não gostei de você, tá muito folgado nessa fralda aí!

Cena bizarra!

Na medida que a criança aumenta de tamanho exigimos gradualmente mais dela. É como se aquele punhado de células fosse tendo mais responsabilidade à medida que se multiplica ano a ano. Estranho não?

“Ela tem que se comportar depois de tudo o que aprendeu”, rebateriam alguns.

Será que tem? Ou será que é você que acha que tem?

As pessoas adultas, assim como os bebês são o que são. A diferença é que vemos o bebê como uma tela em branco desprovida de vontade própria e por isso esperamos deles quase nada. Podemos fantasiar tudo e ter aquela sensação de que aquela criança será o que quiser ser, pura liberdade.

Com os adultos mudamos a postura, nos decepcionamos com os caminhos que tomaram. Fantasiamos que deveriam ter feito ou sido isso ou aquilo, restringimos em nosso olhar a capacidade de vê-lo diferente.

Nosso olhar se acostuma com cada gesto. “Sei muito bem o que quer dizer essa cara!”.

Sabe nada! Você acha que sabe, deduz tudo de maneira ilusória. Na verdade, você não quer que os outros mudem, talvez isso te dê segurança e uma sensação de previsibilidade confortável.

Se uma pessoa mudasse a todo momento você diria que ela é maldosa, falsa ou esquizofrênica. Aquele olhar desprendido e incondicional que temos ao olhar uma criança se perde com o passar dos anos.

Você adora ver segundas intenções em tudo! Segundas intenções ou SUAS intenções?

Quando você coloca barreiras sobre os outros está construindo obstáculos em seu próprio olhar. Delimita o que pode ver ou não em sua própria personalidade. E ainda chama isso de moralidade.

Quando você aceita os outros em sua condição essencial também está aberto para si mesmo. Quando aceita a si como é abre caminho, quando não aceita, fecha.

A pergunta é, você quer seu caminho em direção aos outros livre ou bloqueado?

________________________________________________

Artigos relacionados  

O pai que está escondido na sua cabeça

18 maneiras de identificar a INVEJA no cotidiano – não leia esse texto

O melhor sexo é aquele que você é capaz de não fazer

O que uma mulher nào quer quando recusa sexo!

“Isso nunca aconteceu comigo!”: Broxar – parte 2 de 2

Como voltar a ter confiança depois de tanta desilusão amorosa?

Como Walt Disney f*#@u minha vida

Você realmente está fazendo escolhas em sua vida?

10 maneiras típicas para começar uma briga de casal

“Ele descobriu que é gay!”

O melhor sexo é aquele que você é capaz de não fazer

10 coisas que você NÃO gostaria de saber sobre a maconha

10 diferenças entre os meninos e homens que eles deveriam saber

7 erros que toda mulher linda, inteligente e sensível comete para ficar solteira!

Como descobrir se um homem vai tratar bem de você depois de casar!

5 fases do término de relação amorosa

Por que você gosta de quem não gosta de você?

Por que tenho vontade de voltar com o ex?

Por que me sinto ligada em duas pessoas?

 
Deixe um comentário

Publicado por em 16/08/2011 em Vida

 

Tags: , ,

 
Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Junte-se a 542 outros seguidores

%d blogueiros gostam disto: