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Arquivo da categoria: Sexo

Gozar é a coisa mais broxante do mundo!

Você já reparou que o orgasmo é a coisa mais procurada nas relações sexuais?

Ditadura?

 

Orgasmo clitoriano, no ponto G, no ponto Y, múltiplos, duplos. Parece salto aquático.

O casal moderno começou a ser pressionado com muita frequência da mesma forma que as pessoas nas empresas. Quantas vezes vocês gozaram?

O homem chega na transa com aquela pressão que o torna muitas vezes impotente: preciso fazer ela gozar, afinal, tenho que pensar no prazer dela.

Ele ainda se debate consigo e com a parceira para poder necessariamente gozar. Ela se sente pressionada a ter um orgasmo para reforçar a qualidade do seu homem.

Mas ninguém se lembra que o sexo é muito mais gostoso se não acabar necessariamente em orgasmo. Porque sexo é um caminho, uma descoberta, uma experiência e não um jogo de futebol, ninguém precisa marcar mil gols para ser campeão.

Pense num parque de diversões que você fica entrando e saindo de um brinquedo sem parar. Sua emoções sendo disparadas a todo momento. Sem um prazo final…

Ao invés de chegar num ápice você simplesmente pode curtir sua parceira por quanto tempo quiser. Transa, transa, transa, beija, beija, beija, olha, olha, olha, sorri, sorri, sorri, se alegra, fica feliz, aproveita para conhecer sua parceira(o) por todos os ângulos. Olhe ela(e) nos olhos, brinque com sua própria vergonha se ainda tiver.

Mas não se precipite em deixar a música acabar, a festa esfriar, não queira cantar o “parabéns à você!” logo para deixar os convidados seguirem para a casa.

Alguns homens treinado para obter resultado (todos) não suportam a sensação de manter o sexo sem uma conclusão. Querem estancar aquela tensão sexual que carregam desaguando-se no gozo.

Sustente sua energia, trabalhe mais o toque, o gosto, o sabor, o cheiro e a intensidade. Não se inquiete pelo simples fato de parecer que esfriou, o pinto baixou, o sorriso diminuiu ou a lubrificação dela parou. Deite do lado, faça cafuné, comunique seu sentimento por todos os poros, penetração e orgasmo é uma parte de toda a história. Aprende a sustentar uma situação quando a energia sobe ou desce, esfria ou esquenta sem constrangimento ou culpa. Apenas deixe o prazer fluir, abra outros canais de interação com seu parceiro(a)

Tenho dito isso com muita frequência como um mantra para mim mesmo, o sexo começa muito antes da cama e termina muito depois. Se é que termina…

Se quiser brincar com essa história, mande esse texto para ela(e) e diga: vamos brincar de fazer amor/sexo/transar sem orgasmo?

Tenho certeza que vai descobrir caminhos de prazer inenarráveis… ;)

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Publicado por em 29/10/2011 em Sexo

 

Mulheres recatadas na cama

- Vou gozar na sua boca!

- Não! – rebateu indignada.

- Como assim? Tão gostoso, depois quero pegar você daquele jeito por trás! – ele tentou descontrair.

- Tá maluco? Pára agora, acabou o clima…

Recatada...

Já ouvi esse tipo de relato de mais de uma pessoa. Isso não é incomum de acontecer. Mulheres que se ofendem quando o sexo pega fogo de um jeito diferente.

Agressivo, nojento, sujo, escroto, seja lá o nome que receba, esse sexo mais cheio de safadeza ainda incomoda muitas mulheres.

A cabeça, a moral e os bons costumes ainda dominam a sexualidade de muitas mulheres. Homens também? Claro, mas agora o foco é feminino.

“Não sei dizer, mas o sexo sempre me deixa pouco à vontade.”

O sexo é um universo imenso. O prazer é sempre algo desconhecido. Não importa quantas vezes uma mulher tenha gozado na vida ela nunca vai gozar igual a nenhuma delas. O número de combinações sexuais possíveis que um casal pode desenvolver na cama é infinito. É como compor uma música. As poucas notas são as mesmas, mas o jogo de tempo, melodia, voz e acompanhamentos proporciona as milhões de músicas que conhecemos.

Quando alguém diz, “isso eu não gosto!” ela está se limitando demasiadamente. É como se arrancasse uma corda do violão porque um dia alguém tocou aquela nota desafinada.

Penso que inconscientemente a mulher recatada tem medo de ousar perder o controle de si mesma.

Talvez tenha aprendido que a segurança, a certeza, a verdade, o correto, o bem, o justo e o polido definiam a vida.

Sabe aquele tipo de pessoa que você diz: “vem?” e ela faz mil perguntas minuciosamente?

Ao invés de simplesmente ir ela se opõe, quer razões, justificativas e lógicas. Foi condicionada a andar com muletas psicológicas. Tudo justificado por experiência malsucedidas no passado.

É algo parecido com dançar. Só é possível dançar dançando. A teoria da dança só irá te ajudar até um determinado momento. Passado a fase preparatória só lhe cabe dançar.

O sexo excessivamente racionalizado tira dele uma propriedade fundamental que é da leveza e do frescor. É o momento em que o casal pode fazer todas as experimentações e combinações possíveis sem medo e sem pudor. É momento de ousar e arriscar tudo. Deixar que aquela natureza reprimida sobrevenha, se deixe mostrar e desenvolver.

O imundo, o sacana, o podre também podem fazer parte. Ali não tem muita regra ou limite. Se você não se atira nunca vai poder saber o que o gozo na boca ou o sexo anal (no caso da história inicial) poderiam te causar para além do nojinho. Num momento de loucura e ardor aquilo que parecia sujo pode ser a coisa mais deliciosa que experimentou, mesmo que alguma vez aquela nota já tenha desafinado alguma vez.

Uma música que já caiu bem pode não cair mais. E depois voltar com todo vapor.

Sexo é um oceano de possibilidades. Se você estiver disposto a se sentir seguro deverá se conformar com aquelas marolas simpáticas beira-mar, mas se quer uma visão explêndida talvez precise mergulhar um pouco mais fundo.

 

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Venha conhecer o meu trabalho pessoalmente na próxima palestra que realizarei:

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2 Comentários

Publicado por em 15/10/2011 em Sexo

 

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“Ela já deu muito mais do que eu comi”

“Cara, me deparei esses tempos recentes com um tema que me deixou fulo… Feriu meu orgulho masculino digamos!  Descobri que minha atual namorada não só transou mais do que eu, bem como transou com mais gente que eu… Claro, não é muito, nada exagerado.. Porém isso mexe no orgulho… Quantidade não é qualidade, e de fato não é, mas a questão incomoda.  É besteira esse tipo de coisa ou não é??? Mas o fato de outros já terem a dominado, e esses outros terem sido mais do que outras que você dominou… Bom, ai é tenso… Por isso que entra toda aquela questão de qualidade e de diferencial, até porque sexo qualquer um oferece a elas… Agora, firmeza de caráter entre outras coisas não, mas mesmo assim o orgulho ficará ferido… Porque o homem ele tem essa ligação com o sexo, ou seja, p. na b.! Fogo essa situação… Fiquei puto,  vira e mexe eu penso nisso… Ficou meio que engasgado…Gostaria de vê-lo escrever sobre o assunto!”

Surfistinha?

Esse pedido feito em particular no meu Facebook denuncia algo que está no imaginário de muitos homens quando vai escolher uma mulher: será que ela é melhor na cama do que eu?

O mito da virgindade feminina não está tão distante dos tempos atuais. Por mais que um homem negue a fantasia de deflorar uma jovem donzela sem nenhuma experiência sexual.

Uma vez uma paciente adolescente me confessou: “Fred, ele me perguntou se eu era virgem, eu respondi que sim, afinal só tinha feito sexo anal até então!”

Virgem?!?

Cada um tem uma visão sobre virgindade.

Mas o incômodo do meu amigo era outro: se ela é mais experiente será que vou estar à altura dela? Será que eu suporto transar com uma garota que já teve mais diversidade e frequência sexual do que eu? Nesse história o “cabaço” sou eu?

Competição, meu caro amigo. Competição.

A sensação de onipotência que um homem busca quando se relaciona com uma mulher ainda é muito grande.

Nenhum homem admite, mas todos temos medo de encontrar uma mulher muito mais fogosa que nós. Por melhor que seja sexualmente é inevitável enfrentar uma ansiedade ao ver que uma mulher tem muito mais experiência sexual que você.

Isso ainda é resultado de nossa educação falocêntrica. Sem pinto ativo, sem prestígio. Dentro dessa lógica um cara como o Dalai Lama não tem mérito nenhum. Será que não? Um homem literalmente casto como ele não pode ser uma presença construtiva, agradável e intensa?

Não quero comparar um líder religioso conosco, mas nosso pequeno hábito de nos vangloriar pela quantidade de mulher que já transamos é limitante.

Enfrentar essa inveja e comparação com a performance dela vale mais à pena do que apelar para um falso sentimento de insegurança pessoal.

A probabilidade de que você esteja competindo com ela é que amenizará seu conflito. Você gostaria de ter vivido mais experiências sexuais. Ela viveu. Curiosamente ela nem se interessa pelo seu currículo sexual, porque diferente do homem, a mulher valoriza o momento presente.

A sensação de estar atrás na corrida torna alguns homens ressentidos com suas parceiras. Se essa lacuna não foi razoavelmente preenchida o homem terá que aprender a transar cada dia com uma mulher diferente na mesma mulher.

A vaidade é mais sua, meu amigo, do que dela. Então assuma sua parcela de inveja e se concentre no andar da carruagem de vocês dois.

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Publicado por em 08/10/2011 em Sexo

 

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Preguiça de Sexo

Só de pensar me dá uma preguiça!

Acorda!

Não é incomum eu ouvir isso no consultório. Esse é o tipo de coisa que ninguém admite, afinal quem vai assumir publicamente que não sente vontade de transar?

Aparentemente o sexo se tornou uma moeda de troca social. A imagem da pessoa boa de cama tem vogado muito nas conversas impessoais. Olhar para uma mulher e saber se ela tem cara de safada ou não é um divertimento entre os homens. Mulheres ficam fazendo hipóteses sobre o tamanho do pinto do cara ou se ele tem pegada.

Mas o que noto é algo simples. Sexo é uma coisa que ainda amedronta as pessoas.

O sexo envolve corpo, sentimento, ideias, conceitos, e relacionamento. Corrompe nossos tabus e desafia nossos instintos.

Algumas pessoas conseguem criar uma intimidade sexual imediata com um estranho, outras nem tanto.

De forma geral todos querem ser vistos como atraentes do ponto de vista sexual.

Portanto, admitir que tem preguiça de sexo é algo quase pecaminoso. Quase como dizer: “sou um fracasso”

Muitas mulheres conseguem falar para seus parceiros sobre isso, que sexo envolve tomar banho, se aprontar, ficar bonita e emocionalmente disponível. E que isso dá muito trabalho e nem sempre estão dispostas a fazer esse esforço. Preferem um abraço gostoso e uma sensação de proteção não sexualizada.

Elas até amam o parceiro e sentem tesão mas a vida agitada e o excesso de demandas acabam roubando o fôlego psicológico delas.

Homens também podem sofrer desse tipo de preguiça. Nem sempre o cara está disposto fisicamente e o pinto pode simplesmente reclamar esgotamento. E ainda que ele transe, afinal pensa que recusar é coisa de boiola, internamente só consegue pensar numa cerveja e futebol.

Numa sociedade hipersexualizada em que sexo é tema de 8 entre 10 conversas em te pergunto: você tem ou já teve preguiça de sexo?

 

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Publicado por em 01/10/2011 em Sexo

 

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“Eu gosto de transar correndo perigo”

Ela tinha um jeito recatado durante no seu cotidiano. Mas era inevitável que os homens concordassem com ela. Sua curvas incitavam nos outros fantasias abundantes.

Havia o dia escolhido, toda quarta-feira religiosamente ela saia com um homem para sua noite de sexo arriscado.

Elevadores, praças, carros, ruas, provadores de roupa, casa da avó e piscina. Sua cama era o lugar menos -conhecido para realizar suas fantasias mais safadas. Quando questionada ela dizia “eu gosto de transar correndo perigo”. Mas em algum lugar menos arriscado? “Ah sim, mas na quarta-feira é sagrado!”

A musa revelada

Esse tipo de comportamento é chamado de exibicionismo. Uma tara especial, um desejo incontrolável por fazer sexo em lugares públicos ou se exibir sexualmente para os outros.

É curioso notar o poder das fantasias sexuais no campo da mente humana. A fantasia tem uma função compensatória à satisfação imediata do desejo sexual. O voyeur seria o contraponto do exibicionista, pois seu prazer é delimitado pela satisfação em observar alguém fazendo sexo ou algo sensual.

Mas eu não gostaria de me restringir ao campo do sexo. Vivemos num mundo que exalta as grandes imagens. O poder e o luxo sempre foram artigos raros e cobiçados pela grande maioria e só pertenciam à um número pequeno de pessoas.

Ser rico e ter status era privilégio da realeza.

Na atualidade o mercado do luxo ainda é voltado para um público seleto, no entanto, a aparente sensação de igualdade cria a ilusão que qualquer pessoa seria capaz de usufruir desse conforto.

O tipo de fantasia que atravessa a mentalidade da pessoa comum é de que poderia ser como aquela estrela televisiva que tanto admira. Ainda que pareça absurdo nos identificamos com nossos ídolos porque uma dimensão de nossa personalidade tem o exato tamanho de nossos sonhos.

Para aquela parte megalomaníaca da sua mente o Brad Pitt poderia facilmente se interessar por você.

O incidente envolvendo a atriz Scarlett Johansson denuncia nosso culto interno ao exibicionismo.

Isso cria uma sensação interessante no psiquismo, surtos de pequenos delírios que assombram seus sentimentos dizendo “você é especial”. Diante de um desejo qualquer sua mente fantasia uma situação ideal na qual gostaria de viver. Imediatamente vem uma sensação de insatisfação acompanhada com um desdém pela conquista alheia.

Você já deve ter se flagrado sonhando alto e desejando uma vida de riqueza ao lado do amor ideal. Essa satisfação em ver a si mesmo é uma forma de exibicionismo interno. Você próprio se exibe para si mesmo. É como se armasse um palco em que você cobiça a imagem que criou de si. Você se exibe ao seu voyeur interno.

Noto que grande parte das pessoas que dizem estar preocupadas com a opinião dos outros na realidade estão apegadas à essa imagem interna.

É a si mesmo que o envergonhado teme desagradar. Não gosta de perder a pose para o comitê de jurados que habita o seu coração.

Sua sede por ser visto, reconhecido e famoso consome seus dias e rouba sua alegria diária.

Eu diria que as pessoas seriam mais felizes se descobrissem que vivem nesse jogo sem fim de verem e serem vistas. As redes sociais ainda facilitam esse tipo de dinâmica psicológico. Todos são felizes no Facebook…

Será?

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Publicado por em 24/09/2011 em Sexo

 

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Pau Amigo

- Sim, é só ligar e ele vem! Delivery! – respondeu rindo para a amiga.

Abraça mesmo!

Que todo homem tem sua agenda especial para falar com mulheres avulsas todo mundo já sabe, mas tem quem ainda se espanta quando uma mulher diz que tem um P.A. (para os desinformados, Pau Amigo)

O que vem a ser um Pau Amigo?

É uma instituição sem fins lucrativos ou afetivos criada para atender os anseios sexuais de mulheres que sabem o que querem e não tem medo de buscar.

Se você não sabe ou dúvida que isso existe pergunte para qualquer mulher e ela vai responder (se nào for acanhada). Ela tem um homem com quem transa quando está entre um namoro e outro e quer simplesmente curtir um momento sexual sem compromisso.

Costuma ser uma relação em que rola apenas um divertimento, uma troca positiva em que ambos sabem que são livres para seguir adiante. Normalmente existe um carinho entre os dois e eles chegam até a trocar confidências, nada demais, sem paixões, apegos, sofrimentos ou promessas.

O que mais espanta para alguns homens (mesmo aqueles beneficiados) nessa questão é como uma mulher pode sentir prazer sem estar se relacionando amorosamente?

O história da mulher romântica e sem grandes desejos sexuais é uma lenda.

Mas pensar numa mulher com esse tipo de desprendimento e liberdade pode assustar muitos homens. Parece que ela não é confiável. Nada mais bobo que isso.

Tenha certeza disso, sua mulher, namorada, pretendente tem um Pau Amigo pronto para fazê-la feliz.

Imaginar que está presa em você só cria a ilusão de que ela é sua ou que é uma mulher recatada e cheia de medos sexuais.

No dia em que você terminar o relacionamento com ela entenda que existe uma fila de homens que só aguardavam por esse dia.

Se relacionar com alguém com essa visão das coisas concede ao homem muito mais liberdade e ousadia numa relação (inclusive sexual).

A mulher sempre brilha. Esse brilho possivelmente pode ser sentido por muitos homens. Ela está dedicando isso a você, mas não está trancafiado em você.

Talvez eu não esteja sendo claro nas minhas palavras, mas o fenômeno social do pau amigo (há 20 anos isso era mais raro) só comprova (ainda que muitos neguem) que as mulheres são seres livres e não há como contê-las.

Querer ver uma mulher nessa prisão mental é só uma cilada que os homens caem.

Olhe sua mulher como um rio que corre, não tente conter seu fluxo.

Se você é machista e acha que sua mulher é diferente, boa sorte, mas lembre-se, ela tem um numero de telefone à mão quando quiser! ;)

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Publicado por em 17/09/2011 em Sexo

 

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Sexo, fantasias e videotape

  • Grava! – ela sugeriu
  • Que? – ele rebateu.
  • Grava tudo! Quero ver você comigo e depois me lembrar…

Hummm

A fantasia humana é um dos fenômenos psicológicos que mais me intriga. É como um livro de bolso que sempre carregamos para todos os lugares e que nos entretem a cada pequeno contratempo que temos.

Mas quantas vezes recorremos ao livrinho mesmo quando não há nenhum impasse visível?

Fantasiar é uma manobra psicológica que utilizamos para descarregar uma tensão criada por uma realidade improvável ou inviável. Se não existe um copo de água logo surge uma miragem que substitua a sensação de água. É a tentativa de superação de um desejo impraticável e que não pode ser saciado na relidade concreta.

É uma encenação da realidade impossível.

Normalmente o conteúdo é de ordem sexual e/ou agressiva, não é pornográfica ou violenta de fato, mas é uma caricatura do real.

Como o primeiro momento da vida de uma pessoa é o da proibição do incesto é muito natural que esse seja o alicerce de muitas fantasias futuras. Substitui-se na fantasia o desejo proibido pelos pais.

Por isso é muito comum que haja um tema recorrente nas fantasias: o dominador e o dominado.

É importante ressaltar algo sobre a fantasia entre homens e mulheres.

Para o homem os conteúdos de fantasia são mais visuais e predominantemente eróticas, ele fantasia rascunhos de bundas, peitos e vaginas que transitam sem forma definida em torno dele.

Para a mulher a fantasia ocorre em cenários cotidianos e até banais, em situações que parecem até nem serem sexuais de tão leves, pueris e inimitáveis. Basta um cheiro, uma cor, uma voz sussurrada para incitar esse elemento de fantasia.

O grande problema que pode se configurar é quando a fantasia se torna uma neblina em nossos olhos que nos impede de nos relacionar com a realidade de maneira consistente.

O amor costuma ser, na maior parte das vezes, uma projeção cruzada de fantasias mútuas de um parceiro sobre o outro na expectativa que o outro se se ancaixe perfeitamente na imaginação interior.

Se não cumpre esse devaneio não serve…

Normalmente amamos e somos amados por miragens criadas em conjunto.

É fundamental perceber que, na maior parte das vezes, somos amados não por aquilo que somos, mas pelo que se fantasia de nós.

Como descobrir se somos amados por aquilo que somos?

Não saberemos nunca, partindo do pressuposto que nós também somos fruto da fantasia que fazemos de nós mesmos.

Somos a fantasia (do que somos) que quer ser amada por outra fantasia (do que é) que fantasia que nos ama como somos.

Quando perdemos alguém, na maior parte das vezes perdemos miragens emocionais. Perdemos nosso livro de bolso que nos entretinha da solidão. Não é a pessoa real que nos falta, mas a imagem que criamos dela na nossa fantasia. A partida abrupta cria uma pequena hemorragia emocional já que não conseguimos canalizar nossa energia psíquica apenas numa direção.

E como parte natural da vida psíquica nós seguimos pela vida com nossos livrinhos de bolsos imaginários como Dom Quixotes lutando num mundo que não existe, a não ser em nossas cabeças.

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Publicado por em 10/09/2011 em Sexo

 

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